sexta-feira, 21 de abril de 2017

Look do dia: La valse d'Améli

No feriadão passado (o que dizer dessa chuva de feriados maravilhosa?) eu e minha turma de Publicidade fomos até Santana de Parnaíba realizar uma ação muuuito legal (que me tocou de várias formas ♥), mas não vou dar detalhes aqui porque quero deixar para falar sobre a experiência no resumo mensal do mês de Abril. Aproveitei essa visita para dar umas voltas pelo centro histórico da cidade, que eu já havia conhecido ano passado graças a escola também (tem até post sobre a primeira vez que fui lá). E minha gente, quem é de São Paulo tem que dar uma passada por Santana pelo simples motivo de o lugar parecer um cenário fofo de novela das 18! 

Se eu não me engano a região é tombada, ou seja, o poder público a declarou como patrimônio da história do país e nada ali no centro pode ser mudado. Graças a isso, dar umas voltas pelo local faz com que qualquer um se sinta em um filme antigo, faltando só uma boa trilha sonora. Aliás, talvez pelo fato de ter assistindo ''O Fabuloso Destino de Amélie Poulain'' em uma aula sobre fotografia recentemente, fiquei me lembrando de uma das músicas principais do longa enquanto caminhava por aquelas ruas: La valse d'Améli. Dai é que vem o nome do look :)
Além do museu, da feirinha, do cinema com aquela estrutura antiguinha e de outros pontos turísticos legais para se visitar, a cidade também é ótima para quem curte fotografia e quer uns cenários shows. Eu, como não poderia ser diferente, fiz uma amiga de fotografa e separei alguns clicks (dos incontáveis que tiramos) para esse look do dia. Um descrição rápida porque odeio detalhar looks: o swaeter cinza eu comprei a séculos atrás na Besni e tem um tecido bem quentinho que eu amo; a calça jeans azul escura de cintura alta (óbvio) e o cachecol cinza são de lojinhas aleatórias que não sei o nome; e esse oxford é de uma marca chamada Camomilla (e me lembra muito a fase lady like da Tay rs).
Música que dá nome ao look (é uma graça, ouçam pelase!).
Espero que tenham curtido o post!

Um beijão e se cuidem ♥

domingo, 16 de abril de 2017

O que eu tenho feito

Fico pasma comigo mesma, hoje é Páscoa e ainda estou escrevendo sobre Março. Pensei em deixar pra lá (já estamos na metade de Abril né?), mas como faz um tempão desde que fiz um resumo mensal neste blog, e como a saudade desse tipo de post estava grande, achei que valia a pena. O mês que passou foi bem peculiar, pareceu andar rápido mas ter uma quantidade maior de dias (mais alguém sentiu isso?). Sem falar que foi de uma inconstância excecional pra mim, cheio de altos e baixos. Em alguns dias eu fui extremamente feliz e em outros mal conseguia levantar da cama (a famigerada bad me pegou em alguns momentos). A escola aliás, começou a me sugar de vez (pique dementador) e muitas das minhas horas livres foram dedicadas a ela. Mas consegui retirar de Março coisas legais que fiz/ouvi/assisti e vou compartilhar com vocês hoje.
No comecinho do mês comemorei o Carnaval pela primeira vez em 17 anos. Fui a um bloquinho de rua (que de ''inho'' não tinha nada) chamado Meu Santo é Pop. De inicio eu estava bem apreensiva, já que muita gente diz que nesses blocos o assédio é pesado e a galera não sabe se divertir sem arrumar umas tretas, mas depois me apaixonei completamente. Para quem não sabe o Meu Santo é Pop é LGBT, então as gays eram a presença mais marcante lá. E olha gente, deixa eu contar uma coisa pra vocês: essa comunidade tá um nível acima de nós ein? Em nenhum momento fui assediada ou agredida de alguma forma, muito pelo contrário, chegaram até a me pedir desculpas quando recusei ficar com alguém (achei que iria morrer sem viver esse momento). Dancei, pulei e cantei muito com gente que nunca vi na vida (é maravilhoso como todo mundo se junta mesmo sem se conhecer). Além disso, a Lia Clark se apresentou (agora só falta conhecer a Gloria Groove) e as músicas que tocaram foram ÓTIMAS: de Xuxa a Lady Gaga! Esse foi definitivamente um dos dias mais loucos da minha vida. 

Fiquei muito aliviada por ter acertado em cheio na escolha de bloco e não posso deixar de recomendar que vocês vão a algum evento LGBT pelo menos uma vez na vida. Garanto que qualquer um (homo ou hétero) vai se sentir muito acolhido ♥
Assisti a Desventuras em Série e tenho que confessar pra vocês que não gostei tanto quanto imaginei que gostaria. A fotografia, a caracterização e os cenários são a coisa mais linda de se ver (só por isso já é válido conferir), mas muitos pontinhos me irritaram um pouco. Alguns ''bordões'' dos personagens são bem chatos (como quando eles explicam o significado das palavras), volta e meia a bebê Sunny Baudelaire aparece como manipulação digital (quem não odeia isso?) e os primeiros episódios são cansativos porque o enredo é exatamente o mesmo (Conde Olaf tentando levar as crianças de um bom lar). Outra coisa que me incomodou é o exagero de alguns personagens, mas isso é aceitável porque faz parte do universo lúdico da história. Creio eu que se essa série houvesse sido lançada quando era mais nova provavelmente gostaria muito, mas agora ela parece um pouco infantil pra mim. 

Alguns detalhes são legais, como a narração do Lemony Snicket, os momentos musicais e os planos que a Violet elabora. Além disso, quem leu os livros diz que essa adaptação fez o que o filme não foi capaz: satisfez os leitores. Mas para mim foi algo um pouco chato (talvez porque não tenha lido a série). Continuo gostando mais do filme e da fotografia mais Dark e menos colorida dele. Porém, confesso que vou assistir a segunda temporada por motivos de: o último episódio me deixou curiosa e NEIL PATRICK HARRIS ♥
LORDE VOLTOU MINHA GENTE! E não foi qualquer retorno não, foi com uma música que parece ser feita pra mim. Green Light me dá vontade de dar umas voltas pela cidade a noite e dançar muito ao mesmo tempo, hehe. Deem o play ai e entendam melhor o que digo.
Outra série original da Netflix para minha lista, e essa foi "consumida'' toda em um dia. Não tenho muito o que dizer de Santa Clarita Diet, porque ela é uma daquelas séries criadas não para se tornarem a favorita de alguém, mas para descansar a mente e dar algumas risadas. Sabe quando você termina de assistir a um filme muito intenso e precisa ver algo  mais leve e bobo? Então, é esse tipo de entretenimento. Nesses episódios nós conhecemos Cheila e Joel, um casal de corretores bem sucedidos que, junto com sua filha, formam a família perfeita (típica de comercial de margarina). Mas um dia, sem mais nem menos, Cheila vomita horrores (numa cena bem da nojetinha) e posteriormente passa a notar mudanças no seu corpo. Ela se sente mais ativa e cheia de vida, mas na realidade virou uma morta viva que só se satisfaz com carne humana. Desse ponto em diante passamos a acompanhar as várias situações What The Fuck que a dupla enfrenta para conseguir esse tipo de alimento. 

Essa não é uma série sobre zumbis qualquer. Nela, esses seres são ''humanizados'' e não levados tão a sério como outras obras levam. Além disso, o que tem Drew Barrymore tem muito humor e vale a pena
Sabe aqueles dias que te surpreendem de uma forma muito positiva? Os raros momentos que são nossa fuga da rotina diária e por isso se tornam tão valiosos? Vivi um deles recentemente, quando fui ao centro da minha cidade acompanhar um amigo que precisava resolver uns assuntos e na volta para casa encontramos no ônibus um amiga nossa das antigas. Eu e esses dois costumávamos ser um trio (tipo Eddie, Chelsea e Raven hehe) e quando nos reunimos ali foi uma festa só. Tivemos acessos de riso como na época em que éramos crianças e botamos os assuntos em dia. Aproveitamos para ir em uma sorveteria nova do nosso bairro (que é show) para conversar ainda mais um pouco. Notei que a vida leva as pessoas para cantos diferentes, e talvez isso seja até necessário, mas em troca ela proporciona presentes como esse. Esse dia foi tão especial que quis compartilhar aqui ♥♥
Se você me segue no Twitter ou no Instagram, já sabe que minha lista de filmes preferidos ganhou mais um título né? Gritei aos quatro cantos do mundo que estou apaixonada por Forrest Gump e ainda vou indica-lo muito. Esse longa é uma mistura de romance, drama e comédia e nos mostra a vida de Forrest, um cara não muito inteligente mas com o coração de ouro. De alguma forma, ele conseguiu participar de todos os eventos importantes de sua época e se tornar uma figura muito famosa (indo de herói de guerra a dono de uma bem sucedida rede de pescados), mas o foco mesmo é nos seus encontros e desencontros com Jenny, um amor da infância. 
Esse é um filme muito delicado e cheio de aprendizados para levar para vida toda, impossível de não tocar o coração de quem o assiste ♥                                                                                  Quando se chega no terceiro ano de um ensino técnico que te esgota até o emocional, é difícil se ver animada com algum trabalho. Vocês já sabem que eu faço Publicidade e ainda acho que essa é uma área incrível, mas talvez por já ter passado por muitos problemas e perrengues desde que iniciei o curso em 2015, sinto que é a hora de finalizar essa etapa da minha vida. Isso somada a ansiedade que eu estou de terminar o ensino médio né? Fazia um tempão desde a última vez que me senti orgulhosa de verdade de um projeto que participei, mas essa sensação voltou quando meu grupo entregou um podcast para a matéria de Audiovisual e Animação. Minha professora permitiu que escolhêssemos sobre o que queríamos falar nesse programa de rádio digital e decidimos por transsexualidade. O debate envolveu vários tópicos e muito pesquisa, além de duas entrevistas com mulheres transexuais (sendo uma delas a RENATA PERON!!). Aprendi muita coisa sobre essa comunidade e fiquei feliz por todo o conhecimento que absorvi, mas ao mesmo tempo, entendi em parte como pessoas transgênero se sentem e todo o sofrimento que essas passam. O Brasil é um dos países mais preconceituosos com aquilo que é considerado diferente e notar a forma com a qual nossa sociedade exclui as trans é extremamente triste. Precisamos urgentemente repensar a forma com a qual tratamos uns aos outros :/                                                                                        Pra finalizar a lista de séries novas que iniciei, preciso falar de uma que entrou para o meu coração: The Fosters. Comecei a assisti-la no final do ano passado, mas esqueci de mencionar aqui. Nela nós conhecemos uma família que está bem longe do conceito de tradicional. Stef e Lena são casal inter-racial de lésbicas com cinco filhos: Callie e Judy (irmãos adotados), Brandon (filho biológico de um ex relacionamento hétero de Stef) e os gêmeos Mariana e Jesus (também adotados). A história se inicia com a adoção de Callie e seu irmão, mas depois se amplia para muito além disso. Com o passar dos episódios nós começamos a acompanhar os altos e baixos dos Fosters, com um trama que sempre trata de questões importantes como racismo, sexualidade, gênero e até suicídio. Além disso, a série é muito boa em retratar a realidade de crianças adotadas e abandonadas. Mas o que mais gosto nela, além da desconstrução de vários temas tabus, é como o conceito de família é posto em debate. No nosso cotidiano é muito comum ver quem acredite que família se resume a pai, mãe e filhos, mas quem pode dizer que não existem outras formas de família ao ver o laço de amor e união que cerca os Fosters? 
Bem, espero que me perdoem por ter falado demais nesse post. E se você teve animo para ler até o final, receba minha gratidão :) Aliás, me contém nos comentários como foi o Março de vocês e sintam-se livres para me sugerir séries e filmes ok?
Um beijão e até o próximo post!

domingo, 9 de abril de 2017

Look do dia: Gravel To Tempo

Antes de qualquer coisa, preciso dizer: MEU, QUE SAUDADES DE ESCREVER AQUI. O tempo anda curto e tem se tornado cada vez mais raro direcionar minha escrita para algo que não seja um trabalho escolar. Meus dias, tardes e noites começaram a ser consumidos de vez apenas por a escola e, mesmo com uma pilha enorme de atividades pra fazer, resolvi que teria post novo nesse blog hoje. Por que afinal, se eu não respirar um pouco, me sufoco e tenho uns surtos. Não sei como a pressão reage em vocês, mas em mim é dessa forma. Enfim, só queria deixar registrado que quanto mais a vida se torna corrida, mais idéias para posts vão se acumulando em listinhas. Irônico né? Em outras ocasiões eu teria um bloqueio criativo. Mas minha relação com o tempo nunca foi muito boa mesmo. 

Bem, já vou me desculpando com vocês, porque talvez esse seja o look do dia mais sem produção da história. Eu e um amigo fomos ao shopping uns dias atrás e, como somos leoninos egocêntricos demais, não podíamos deixar de fazer uma das nossas sessões de fotos. Atrapalhamos a passagem dos carros no estacionamento mesmo (até chamarem nossa atenção) e fizemos alguns clicks. A qualidade das imagens está bem baixa, mas gosto delas, talvez por as lembranças que me trazem, talvez porque gosto desse look do dia meio Britney Spears e Justin Timberlake no AMA em 2001.
Esse croped tem alguns séculos e deve ter aparecido por aqui em um post de comprinhas do começo do GI. O encontrei em uns cabides escondidos da C&A se não me engano, e paguei só 10 reais (minha mãe odeia essa peça profundamente). Ele é bem soltinho, como dá pra reparar, e tem um tecido meio transparente. A estampa é de uma música chamada Lithium do Nirvana (que eu não conhecia quando comprei). Já a calça jeans de cintura alta e a camiseta jeans claro já tem quase vida própria e não me lembro de onde são. Ah, e como deu pra notar, virei uma das adeptas a moda do tênis branco né? 
O nome do look vem de uma música que descobri recentemente e me apaixonei ♥ Ela é bem ''vibes'' (do jeitinho que eu gosto) e recomendo muito que vocês ouçam.
Fico devendo umas fotos com mais qualidade pra vocês, mas espero que tenham gostado mesmo assim. 

Um beijão e até o próximo post ♥

segunda-feira, 13 de março de 2017

5 mulheres que me inspiram

Quarta-feira passada foi o dia internacional da mulher e apesar de ainda não termos todos os motivos que gostaríamos para comemorar, esse é um bom momento para relembrar a luta que necessita ser vivida por todas nós para que no futuro o 8 de Março seja realmente celebrado. Queria muito ter escrito algo sobre esse data, mas a semana que passou foi um pouco corrida e acabei não tendo tempo. Porém, como sempre é momento de falar sobre Girl Power aqui no blog, decidi que hoje conversaria com vocês sobre aquelas que são algumas das minhas maiores inspirações e modelos de força feminina. O que não me faltam são referências, algumas são do cinema, outras da literatura, umas vivem perto de mim e outras eu nunca conheci. Mas como não posso falar de todas listei 5 mulheres fodas que vocês provavelmente conhecem.
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Emma Watson
Sou apaixonada por essa mulher desde que conheci a Hermione Granger. A bruxa estava sempre salvando os amigos, bolando os melhores planos e se destacando entre os alunos de Hogwarts. Na minha infância eram poucas as personagens fortes que apareciam nos filmes juvenis e me deparar com uma garota tão inteligente fez com que eu quisesse me parecer com ela. Hoje tanto eu quanto a Emma crescemos, mas continuo querendo me parecer pelo menos um pouquinho com a atriz. Mais do que nunca esse ser humano maravilhoso se tornou uma das maiores inspirações da minha vida, assim como da vida de outras milhares de garotas pelo mundo todo. É incrível saber que as meninas tem um modelo tão brilhante para se espelhar e acho que isso vai servir e muito para formar uma geração de mulheres ainda mais fortes e cientes de seus direitos no futuro.
A Emma é embaixadora da boa vontade na agência ONU Mulheres e está sempre dando discursos feministas incríveis que motivam ainda mais qualquer mana que lute pelo movimento. Foi ela a responsável por lançar a campanha HeForShe, que incentiva homens e meninos a se envolverem na remoção das barreiras sociais e culturais que sustentam a desigualdade de gêneros. E como se não fosse bastante, a mulher ainda criou um clube do livro que propõe a leitura de uma obra feminista por mês (vocês com certeza já ouviram falar que ela esconde alguns destes livros pelo metrô de Londres).
Aliás, também amo o fato de ela ter cursado a faculdade, mesmo já tendo uma carreira e dinheiro o suficiente pra se manter pelo resto da vida. Emma fez literatura inglesa na universidade Brown ♥
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Malala Yousafzai 

A Malala Yousafzai é outro simbolo de inteligência e luta que as meninas de hoje em dia devem adotar para si. Ela foi baleada na cabeça aos 15 anos de idade por talibãs que não aceitavam o simples fato desta frequentar a escola e escrever um blog onde falava sobre a dificuldade que as meninas encontravam (e continuam encontrando) para estudar no Paquistão, mas a garota  sobreviveu e hoje dedica sua vida a luta pelo direito a educação de qualquer jovem. 

É surreal pensar que ainda existem mulheres privadas de um dos direitos mais básicos existentes, mas ao mesmo tempo é incrível ver que existem no mundo pessoas que não se deixam abater por o medo, como a Malala. Hoje a jovem não só tem uma biografia lançada (que eu estou aceitando de presente) e uma série de troféus (incluindo o Nobel da Paz), mas uma voz para falar por aqueles que são silenciados. 
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Jout Jout

Já falei do canal da Jout Jout aqui no blog antes, mas acho que essa moça dispensa apresentações né? O que eu mais amo na Júlia é a forma descontraída, porém séria e muito verdadeira, com a qual ela fala. Assistir um vídeo seu é como conversar com uma amiga intima: inspirador e próximo da minha realidade.

A youtuber é uma grande ''destabulização das coisas'', em suas próprias palavras. Muitos de seus videos me abriram os olhos para questões importantes como o ''não tira o batom vermelho'' e o maravilhoso ''vamos fazer um escândalo'' (me arrepiaram todos os pelos do corpo). E uma frase maravilhosa que eu li em uma entrevista sua diz: se você falar com simplicidade de qualquer coisa dá pra ver o quão simples ela pode realmente ser. Pronto, definiu o canal todinho.

Quem quiser entender algumas questões do feminismo de uma forma bem de boas é só se inscrever lá clicando aqui. Aliás, você também vai aprender mais um monte de coisas que vão tornar a sua vida muito melhor, garanto! ♥
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Beyoncé

Para mim é complicado falar sobre qualquer coisa que eu ame muito, então é complicado falar da Beyoncé. E quem não é apaixonado por essa mulher né? Uma mistura de beleza, vozeirão e baldes de talento que deveria estar no coração de todo ser humano. Mas bem, não são esses fatores que me fazem ama-la (não só eles, quero dizer). De uns tempos pra cá a Bey tem usado cada vez mais a sua enorme visibilidade para aumentar a voz do feminismo, mas suas músicas já falavam sobre as mulheres independentes e fortes que existem no mundo a um tempão. Desde Independent Woman, da época do Destiny's Child, e de Irreplaceable lançado em 2006, Queen Bee canta sobre como as garotas não são seres frágeis e fracos.

Acho que nunca serei capaz de superar sua apresentação no VMA de 2014, onde a palavra feminista brilhou ao fundo e as falas da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie sobre desigualdade de gênero ficaram bem calaras para todos. Muitos dizem que Beyoncé não é feminista de verdade pois não havia se declarado assim no começo da carreira, mas eu acredito que qualquer pessoa que leve o nome de um movimento tão importante a um evento do porte do VMA acredita e pertence a ele.

Enfim, como a própria rainha diz: ''Who run this mutha? Girls!''.
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Karol Conka 

Ano passado eu fui a um show do NX Zero e em algum momento o Di Ferrero anunciou a participação de uma cantora chamada Karol Conka. O nome era familiar, mas a música que aquela mulher maravilhosa de cabelos rosa cantava eu não conhecia. Os versos diziam ''seu discurso não convence só lamento'' e de cara já amei o som. Quando cheguei em casa joguei o nome no Youtube e descobri aqueles que seriam alguns dos hinos da minha vida. Hoje tem uma fotinho da Karol colada no meu mural, junto com outras inspirações que me fazem querer ser uma mulher forte também.

Essa pessoa que hoje tomba pakas, já foi alvo de muito preconceito na infância, mas deu a volta por cima de tudo isso e atualmente é simbolo de empoderamento e luta contra o racismo. Se você não conhece o trabalho da Karol, precisa procurara agora ''Tombei'' e ''É o Poder'', essa são só as minhas preferidas, mas toda música dela é um hino contra o machismo.

Me contem quais são as mulheres referência em poder feminino que inspiram vocês!

Beijão ♥

domingo, 12 de março de 2017

Playlist de Março!

Hey pessoal! Tudo bom com vocês? Eu ainda tô viva, só estou meio sumida aqui do blog por motivos de:as aulas voltaram e não estou sabendo conciliar a escola com qualquer outra coisa. Manter um cronograma certinho para dar conta de tudo é mais difícil do que eu imaginava e ser um ser humano organizado e produtivo também. Em muitos dias até me sobra um tempo livre, mas e a disposição, cadê?! Enfim, estou tentando me manter ativa pelo menos nas redes sociais. E se você quiser saber um pouco sobre o que está acontecendo comigo enquanto esse blog acumula poeira, é só me seguir no Instagram ou no Twitter, porque eu tô sempre por lá (as redes estão na sidebar).

Resolvi montar uma playlist pra compartilhar minhas descobertas com vocês, e notei que ultimamente a maioria das músicas que escuto vem da rádio. O que me deixa meio chateada, já que tento sempre fugir do comum e conhecer sons diferentes, para não permanecer nessa caixinha de batidas genéricas. Então, provavelmente, você já ouviu alguns nomes que estão aqui nessa lista, mas mesmo assim as recomendo. Alias, para manter uma ordem que geralmente não aparece nas minha playlists loucas, resolvi organizar das mais agitas até as músicas mais calmas. 

O começo é embalado pelo carnaval e tem Gloria Groove (minha drag preferida) e Pabllo Vittar para mexer muito o bumbum. Depois a gente acalma um pouco e para pra admirar a beleza do meu crush musical do momento, Shawn Mendes. E fecha com um sonzinho bem de boa, vindo da trilha sonora de Submarine ok? hehe. Chega de enrolação e da o play ai!
Gloria Groove - Dona
Aretuza Lovi - Catuaba ft. Gloria Groove
Pabllo Vittar - Todo Dia
Pabllo Vittar feat Mateus Carrilho - Corpo Sensual
Pabllo Vittar - Nêga
Ed Sheeran - Shape Of You
Alok, Bruno Martini feat. Zeeba - Hear Me Now 
Zayn feat Taylor Swift - I Don’t Wanna Live Forever 
Charlie Puth feat Selena Gomez - We Don't Talk Anymore 
Vance Joy - Riptide
Milky Chance - Stolen Dance
Of Monsters And Men - Little Talks
Red Hot Chili Peppers - Dani California
Shawn Mendes - Treat You Better
Shawn Mendes - Mercy
Lana Del Rey - Love
Lady Gaga - Million Reasons
Alex Turner - Stuck On The Puzzle
Alex Turner - Piledriver Waltz
Alex Turner - Hiding Tonight

Espero que tenham gostado!

Um beijão ♥

De fases

Eu o encontrei perto daquele bar na Avenida Paulista. Você sabe qual é, todo mundo sabe. Basta a noite cair para o lugar se tornar uma das coisas mais bonitas e cheias de vida da cidade (ao menos ao meu ver). Já era tardinha e o sol de fim de dia contornava a imensidão de pedra, quase que convidando quem estava naqueles prédios a sair e reunir os amigos em volta de uns copos de cerveja gelada. O ar era quente, mas estranhamente bom de se respirar. No Starbucks pedi o refresh de frutas vermelhas de sempre (por que é que eu tenho tanta dificuldade para conhecer algo novo?) e cantarolei o finalzinho de Dani Califórnia que vinha de algum local próximo. Vou ser sempre apaixonada por o fato de essas ruas possuírem uma trilha sonora própria e loucamente eclética. Quase da mesma forma com a qual amo esse vai e vem de formiguinhas que tem agendas apertadas demais para se importarem com a vida umas das outras. O horário no meu celular indicava que dali a pouco seria hora de voltar para onde as formigas se importam. Meu estômago revirava.

A exposição no prédio da Fiesp terminou por decepcionar um pouco a mim e as duas amigas que me acompanhavam. Assim como as fotos tiradas no Trianon. Elas decidiram que nunca é tarde demais para conseguir um bom click, mas minhas pernas diziam que sim, as vezes é tarde demais para algumas coisas. Me sentei em uma das cadeiras que ficavam do lado de fora de uma lanchonete parada e torci pra que ninguém viesse dizer que o privilégio de descansar a coluna só é disponível para freguês. Os ambulantes que faziam seu trajeto por ali acenavam com a cabeça e eu sorria de canto de boca, meio querendo ser simpática, meio querendo não ser convidativa. Encarei minhas botas, questionando de onde diabos aquelas manchas de tinta azul clara teriam surgido. Por preguiça ou indiferença, achei que seria melhor deixa-las ali. 

E então eu as ouvi. Eram as primeiras notas de Read My Mind tocando. E o coração que até ali mantinha-se calado e tranquilo, resolveu se manifestar. Bateu acelerado como poucas vezes antes, e eu que nunca tive muito entendimento do que acontece dentro de mim, cogitei a ideia de estar tendo um leve ataque cardíaco. Quem poderia dizer que não afinal? Sou jovem, mas os mal hábitos alimentares prometem me dar um susto qualquer dia desses. Susto como o que levei quando esse bendito órgão confuso resolveu dar um duplo twist carpado de causar inveja a qualquer ginasta. Talvez a respiração acelerada quisesse me alertar sobre o que estava prestes a acontecer, mas ainda continuo sem acreditar em sinais. 

Eu deveria alegar aqui que aquela era só uma menina empolgada demais por ouvir uma das melhores de sua banda favorita tocando em alto e bom som (como deveria ser feito com qualquer boa música). Mas não pretendo mentir (por hoje). A verdade é que aquele estava sendo o ponto alto de uma série de dias ruins, que julguei serem intermináveis. Você já se sentiu perdido? Se sim, pode afirmar junto comigo que essa esta no ranking das piores.

Sempre comprei brigas que não possuíam bons fundamentos, admito, mas dessa vez eu era inocente, juro! Por algum motivo que talvez eu nunca chegue a saber, a vida resolveu que seria ela a arrumar uma pequena confusão comigo. Arrancou das minhas mãos o velho mapa surrado e me mandou em viagem. Sim, eu me lembro de quando disse que queria viajar, mas não era disso que estava falando! Ela sabia muito bem que minha inteligência espacial era pouca, qual a necessidade de piorar ainda mais a situação?

De repente era eu e só eu. Sentada ali no cantinho escuro da sala sem nenhum amigo pra brincar. Eu podia ouvi-los me chamando, mas não sabia quem seguraria a minha mão e quem iria me empurrar ainda mais pra baixo. Parece loucura e não pretendo dizer isso em voz alta, mas quando estou triste, o inverno passa do hemisfério que for para dentro de mim. Do emocional ao físico, consigo sentir o vento gelado por dentro do peito. Quem se arriscar a estudar esse que é talvez um dos fenômenos mais intrigantes da natureza, aceita ser  chamado de louco. Ou se sentir como a peça a mais no quebra-cabeça completo, da forma que eu me sentia.

Não me venha com papo de crises existenciais amigo, eu não sou dessas. Sou é de fases. Das boas e das de merda. Que as vezes passam rápido e as vezes consomem meus meses.

Olhei para cima e a voz que viria a ser a minha preferida cantava bem alto ''I got the green light, i got a little fight''. Eu cantei junto e senti o ar abafado do local entrando no meu peito. Era bom e reconfortante. Era como estar em paz e completa. Ele tinha a barba por fazer, uma camiseta velha do The Smiths, uma tribal idiota no braço direito e um violão na mãos. Também tinha olhos castanhos acolhedores, um sorriso enorme e divertido, e alguns mil e um defeitos e qualidades que eu descobriria nos fins de semana seguintes. O preto da noite fez minhas amigas esquecerem as fotos e gritarem meu nome para que fossemos logo a estação. Virei meu rosto para mandar um ''já vai'' alto e irritado, e quando voltei minha cabeça em direção a banda que cantava na rua para descolar alguns trocados, o ponto final da minha fase ruim me encarava.

- Oi 

Ele disse.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Tag: A música que...

Dia desses eu me deparei com a tag ''A Música que...'' em algum espaço dessa blogosfera. E como eu adoro falar sobre o tema e acredito que o gosto musical de uma pessoa diz muito sobre ela, resolvi respondê-la aqui no blog! Aliás, se você tá chegando no GI agora, saiba que meus gostos pra música são um tanto quanto peculiares, hehe. Aqui você vai ver desde o tecnobrega do Pará até o Indie da Lana Del Rey ok? Não se surpreenda ;)

Aproveito pra convidar todo mundo que curtir a tag a respondê-la em seu blog ou canal no youtube!

1. A música que me faz rir

Eu já tinha ouvido falar da Banda UÓ, mas foi só no final do ano passado que realmente parei pra escutar esse pessoal. E não sei se esse acontecimento foi algo bom ou ruim na minha vida, porque ultimamente está sendo bem raro eu escutar outra coisa. Cara! Sabe aquele ritmo que te faz automaticamente querer sair mexendo a bunda por ai? E aquelas letras que grudam feito chiclete na mente? Então: Banda UÓ! Eles tocam tecnobrega e possuem umas canções super engraçadas (meio vibe Mamonas Assassinas sabe?). Cowboy é uma das mais divertidas e conta, por meio de muita sofrência, a história de uma mulher que não se contentava com um boy só.

Não venha, fazer a moça estilo faroeste
Cê ta mais pra vilã barata do agreste
Não sei mais como posso ser usado assim 

2. A música que me motiva

No geral todas as músicas do Emicida tem letras bastante inspiradoras, mas A Cada Vento me faz ter vontade de levantar da cama e ser alguém melhor sabe? Vale muito a pena ouvir essa beleza que é meio canção, meio poema.

Cada dia é uma chance pra ser melhor que ontem
O sol prova isso quando cruza o horizonte
Vira fonte que aquece, ilumina
Faz igualzinho o olhar da minha menina 

3. A música que me lembra alguém que eu amo

Essa música lembra uma fase inteira da minha vida, como já falei antes na tag 20 músicas, mas também me lembra um amiga em especial. Essa amiga eu conheci no começo do fundamental II, mas só nos aproximamos de verdade lá em 2014. Nós adorávamos compartilhar canções novas e dividir o fone de ouvido na sala de aula. Estressamos um pouco as pessoas com nossa cantoria? Talvez. Mas era divertido cantar A Thousand Years em voz alta ♥ Hoje nós não temos mais muito contato, mas ela vem a minha memória toda vez que escuto essa música.

Como ser corajosa?
Como posso amar quando tenho medo de me apaixonar?
Mas ao ver você sozinho
Toda a minha dúvida de repente se vai de alguma maneira 

4. A música que eu gostaria de ter escrito

Nem preciso explicar né? Skyscraper é uma das músicas de volta por cima mais bonitas já escritas (na minha opinião) e sempre me emociona muito. Seria incrível tê-la escrito.

Você pode pegar tudo o que eu tenho
Você pode quebrar tudo o que eu sou
Como se eu fosse feita de vidro
Como se eu fosse feita de papel
Vá em frente e tente me derrubar
Eu vou me levantar do chão
Como um arranha-céu

5. A música que me lembra a infância

Vocês já escutaram uma música que não necessariamente é antiga ou fez parte da sua vida, mas te desperta um sentimento de nostalgia? Adoro quando isso acontece e Wings da Haerts faz isso comigo. O clipe e o ritmo da canção me levam diretamente a minha infância e acho que se ouvirem vão fazer essa viajem no tempo também! Gosto tanto dela que é bem difícil pra mim compartilha-la ein?
Eu nunca vou deixar a magia ir
Eu vou flutuar em sua fosforescência
Eu nunca vou deixar você ir
Vou derreter em sua fosforescência

6. A música que da qual eu gosto da letra

Esse amor de música eu conheci recentemente e escuto todos os dias. Riptide me faz ter vontade de aprender a tocar Ukulele ou assistir a um romance bem levinho. Além disso, me vejo muito na letra (ah, e o videoclipe é um dos meus preferidos).

Eu tinha medo de dentistas e do escuro
Eu tinha medo de garotas bonitas e de começar conversas
Oh, todos os meus amigos estão verdes de inveja 
Porque você é igual a uma assistente de mágico com a qual todos sonham

7. A música com a qual eu gosto de acordar

Já faz um bom tempo que não coloco músicas que gosto no meu despertador. Geralmente, opto por aqueles sons chatos que vem no celular sabe? Acontece que eu naturalmente odeio qualquer coisa que me acorde (tipo ÓDIO mesmo) e não quero passar a odiar minhas músicas preferidas. Porém, passou por a minha cabeça recentemente colocar Radio, da Lana Del Rey, como alarme. Ela é bem calminha e talvez eu não passe a detesta-la.

Nem mesmo eles podem me parar agora
Garoto, eu estarei voando alto
Suas palavras pesadas não podem me entristecer
Garoto, eu ressurgi dos mortos

8. A música que me lembra minha adolescência 

Bem, na realidade eu ainda sou adolescente, hehe. Mas por a minha música preferida ser Heroes já a um bom tempo (falei dela algumas vezes antes aqui no blog) creio que é ela que vai me fazer relembrar essa fase da vida no futuro. E cara! O que dizer dessa canção que me desperta vários sentimentos (i feel infinite ♥).
Embora nada vá nos manter juntos
Nós poderíamos enganar tempo, apenas por um dia
Nós poderíamos ser heróis, para todo o sempre

9. A música que me lembra minha melhor amiga

Smile foi apresentada a mim por uma das minhas melhores amigas. Já não fosse suficiente  fazer parte da trilha sonora de um dos meus filmes favoritos (Cidades de Papel!), ela acaba sempre me lembrando essa amiga. Ou seja, muito amor envolvido ai né? Além disso a letra é incrível e por algum motivo sempre que a ouço tenho vontade de sair por ai em um road trip (pensando agora, provavelmente é porque o filme tem um pouco disso).

Sorria, o pior ainda está por vir
Seremos sortudos se alguma vez virmos o sol
Não temos nenhum lugar para ir 
Nós podemos ficar aqui por um tempo
Mas o futuro nos perdoa, então sorria!


10. A música que me faz chorar

Say Something sempre me dá um nó na gargante e, volta e meia, me arranca umas lágrimas também. Não tem muito o que explicar né? A letra é intensa e fala sobre aquele momento em que, por mais que seja dolorido, precisamos abrir mão de alguém que a gente ama para seguir em frente. E as cenas do clipe, que mostram situações em que as pessoas tem que dizer adeus, são as responsáveis por quebrarem meu coração <//3

Diga alguma coisa, eu estou desistindo de você
Sinto muito por não ter conseguido te alcançar
Eu te seguiria para qualquer lugar
Diga alguma coisa, eu estou desistindo de você

11. A música que eu adoro cantar

Eu adoro cantar todas as músicas dessa lista, mas já que tenho que escolher uma especial eu apresento a vocês Império. Só estava esperando uma brechinha pra falar da Gloria Grove aqui, uma drag queen super talentosa que ganhou meu coração. Além das música originais (ouçam Dona e depois me agradeçam) ela também arrasa nos covers da Beyoncé, da Sia e de várias outras divas. Império tem aquela letra que te faz querer sair desfilando em cima do salto 15 por ai (tipo Crazy in Love, entendeu?).
Olha, meu mano
Primeiramente, graças a Deus tô viva
Não dá pra saber o que vai acontecer
Quando cê vive nessa vida
Marginalizada, fraca, estagnada
Porém abençoada por alguém maior do que eu

12. A música que marcou um momento da minha vida

Em 2016 eu fui pela primeira vez na Parada Gay e amei! Foi incrível ver aquele oceano de gente livre de preconceitos em um lugar só, dançando, pulando, batendo o cabelo e sendo elas mesmas! Todo amor e diversidade presentes ali tornaram aquele um dos momentos mais legais da minha vida, do qual eu com certeza vou me lembrar pra sempre. E toda vez que penso nesse dia me vem logo a mente a minha drag queen favorita: Pabllo Vittar. Eu e meu melhor amigo acompanhamos o trio em que ela estava se apresentando na parada e cantamos muuuito. Até hoje ela está nas minhas melhores playlists e o meu som preferido é Open Bar (uma versão muito superior de Lean On).

Cê duvidou do meu amor, fez chorar me fez sofrer
Me enganou, me machucou
Mas passou, não quero saber de você 

13. A música que você dançaria agora

Tô escrevendo esse post ao som de Xirley da maravilhosa (a.k.a rainha do tecnobrega) Gaby Amarantos e a vontade de sair rodando pelo quarto tá grande. Eu já conhecia a música a um bom tempo, mas como só larguei mão de preconceitos musicais de uns dois anos pra cá, me apaixonei por ela recentemente ♥ Aliás, o videoclipe também é muito legal!

Saia vermelha, camisa preta
Chegou pra abalar
Quando tu for na casa dela, lhe buscar, ela vai preparar
Café coado na calcinha, só pra lhe enfeitiçar
E se tu for na aparelhagem
Tu vai ver só o que ela vai aprontar

Espero que tenham se deparado com alguma música que se encaixa no gosto musical de vocês nessa listinha :)

Um beijão e até o próximo post ♥